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Quando a incompetência vence, todos pagam a conta
Foto: Reprodução

Renato Hora

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Quando uma pessoa incompetente assume um cargo de elevada relevância, quem paga a conta somos nós. A conta aparece no preço dos alimentos, na falta de emprego, na saúde que demora, na escola sem estrutura, na insegurança das ruas e nas decisões que complicam a vida de quem trabalha todos os dias.


Por isso, escolher o próximo presidente não pode ser um ato de impulso, raiva, simpatia ou costume. O voto precisa ser pensado com calma. Não basta acreditar em promessas bonitas, frases de efeito ou vídeos nas redes sociais. É preciso olhar quem tem preparo, equilíbrio, responsabilidade e capacidade de governar um país tão grande e cheio de problemas como o nosso.


O presidente da República influencia diretamente a economia, a geração de empregos, os programas sociais, a educação, a saúde, a segurança pública, as relações com outros países e o respeito às instituições. Uma escolha errada pode atrasar o país por anos. Uma escolha consciente pode abrir caminhos para um futuro melhor.


!Somos, muitas vezes, vítimas da incompetência alheia*. Mas, na democracia, também temos a chance de evitar que essa incompetência chegue ao poder. Antes de votar, procure conhecer a história dos candidatos, suas propostas, sua equipe, sua postura diante das crises e sua capacidade real de cumprir o que promete.


Votar com inteligência é não se deixar levar por gritos, mentiras ou paixões cegas. É pensar na família, na cidade, no trabalho, nos jovens e nas próximas gerações. O voto é individual, mas suas consequências são coletivas.
Na próxima eleição presidencial, o Brasil não precisa de escolhas apressadas. Precisa de cidadãos atentos, responsáveis e conscientes. Afinal, quando a incompetência governa, todos sofrem. Quando o eleitor pensa bem, o país inteiro ganha.

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