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A PM reforça o alerta para que nenhum dado pessoal ou bancário seja fornecido por telefone, já que instituições financeiras não realizam este tipo de serviço por ligações
Foto: Reprodução jusbrasil

Thomaz Pabis e 8ª CIPM

Um morador procurou o destacamento da Polícia Militar para registrar um caso de estelionato após ser vítima de um golpe aplicado por telefone. Segundo o relato, o homem recebeu uma ligação de um indivíduo que afirmava ser do setor de segurança bancária, informando que compras suspeitas estavam sendo feitas em sua conta.

Durante a conversa, o golpista pediu que o cliente confirmasse se era o autor das transações. Diante da negativa, a ligação foi transferida para outro número com código de área de outro estado, cujo interlocutor se apresentou como gerente de sistema de segurança. Ele alegou que as compras estariam sendo realizadas a partir de um celular cadastrado em Balneário Camboriú (SC) e solicitou informações pessoais e bancárias para supostamente bloquear as operações.

A vítima, acreditando na boa-fé do contato, acabou repassando os dados solicitados. Pouco tempo depois, ao buscar esclarecimentos diretamente em sua agência, descobriu que uma transferência havia sido realizada para um CNPJ e que também houve tentativa de contratação de crédito pré-aprovado em seu nome.

Diante do ocorrido, a equipe policial orientou o solicitante sobre os procedimentos cabíveis, incluindo registro junto à instituição financeira e comunicação ao banco central, e confeccionou boletim de ocorrência para encaminhamento à Polícia Civil, que investigará o caso.

A PM reforça o alerta para que nenhum dado pessoal ou bancário seja fornecido por telefone, já que instituições financeiras não solicitam senhas, códigos ou transferências em ligações.

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