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Direto dos bastidores

Acompanhe as últimas informações sobre política de um jeito diferente

Rede, PV e PPS juntos

A cláusula de barreira pode influir nas mudanças dos partidos daqui em diante. Um exemplo disso é a possível fusão entre a REDE, o PV e o PPS, que pode acontecer nestes próximos dias. Imaginem a turma do Felipe Lucas junto do pessoal de Dagoberto Waidzyc na mesma sigla. Hoje as dificuldades não são tantas e pode descrever o cenário das próximas eleições municipais de 2020.

Esclarecimento

O ex-presidente do PPS de Irati, Adailton Machado enviou e-mail esclarecendo que pediu sua desfiliação da legenda imediatamente após o primeiro turno das eleições deste ano, uma vez que Adailton apoiou a candidatura de Bolsonaro. Ele afirma que não tratou da presidência do partido, mas também não disse que não aceitaria. Ainda afirma que o que sugere é que o PSL esteja sob um novo grupo no município respeitadas pela sociedade e não envolvida em escândalos. Ainda complementou que o PSL está sem executiva no município, segundo o site do TSE.                                         

Jorge no PSL?

Em visita a sede da Folha de Irati, o prefeito licenciado Jorge Derbli negou a especulação que estaria migrando para a legenda do presidente eleito Bolsonaro, o PSL. Derbli afirmou que sairá do PSDB, mas estuda em qual sigla ele deve se filiar. Disse ainda que não tem pressa nesta decisão e estuda com maturidade a mudança de sigla.

Cabeças vão rolar

Ainda o prefeito Derbli disse que na sua volta estará de caneta cheia para efetuar as mudanças que o município necessite para ser mais resolutivo. Pastas importantes como aquelas que tem influência direta na gestão do município podem ter seus secretários trocados.  Derbli ainda avalia uma possível redução de secretarias, mas isso não é definitivo. Neste momento em que esta afastado da prefeitura tem “olhado” o município de fora e percebendo as mudanças que devem ser realizadas.

As reformas de Bolsonaro

Paulo Guedes, que terá papel fundamental no governo de Jair Bolsonaro, afirma que o foco do programa econômico do próximo governo será o controle dos gastos públicos. Três itens chamam mais atenção. “Primeiro grande item (dos gastos públicos) é a Previdência. Precisamos de uma reforma da Previdência”, disse o economista. Para atacar o segundo grande item dos gastos públicos, a despesa com juros, a estratégia é “acelerar as privatizações”. Já para atacar o terceiro maior item dos gastos públicos, os gastos com a máquina pública, a estratégia é fazer uma reforma do Estado.

Articulação de Traiano

O deputado Ademar Traiano (PSDB), atual presidente da Assembleia Legislativa, costura forte para continuar no comando do legislativo e, além do PSDB, já tem apoio do PSD, PSC, PSB, PSL, PRB, PPS e PR. Lembrando que PSD e PSC são da base do governador e os outros são próximos.

Quem vai comandar Itaipu?

A disputa já corre nos bastidores dos partidos que apoiaram a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) no Paraná. Como e com quem ficará o comando da Itaipu Binacional? O PSL do deputado Delegado Francischini e o DEM do deputado Pedro Lupion podem indicar o comando da binacional. A usina pode ficar ainda sob o comando de militares reformados como já aconteceu com os generais Costa Cavalcanti e Ney Braga. O governador eleito Ratinho Junior (PSD) deve ser consultado.

De olho no Futuro

Derrotado nesta eleição no Paraná, o PSDB vai juntar os cacos e buscar novas lideranças que vão reorganizar o partido para as eleições municipais de 2020. Os tucanos só elegeram três deputados estaduais – Paulo Litro, Michele Caputo e Ademar Traiano – e nenhum deputado federal. A tarefa deve ficar com o prefeito de Ponta Grossa, Marcelo Rangel; o vice-prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel; os deputados Paulo Litro e Michele Caputo. Marcello Richa tem espaço neste grupo e Traiano deve ser o representante da velha guarda.

A Novidade em 2018

A um grupo de amigos na feira do Alto Glória neste sábado em Curitiba, o ex-governador Orlando Pessuti (MDB) aproveitou para espezinhar seu desafeto Roberto Requião (MDB). “A única novidade na eleição do Paraná foi a derrota de Requião ao Senado. A eleição de Ratinho Junior já era apontada nas pesquisas, assim como a renovação na Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados e o favoritismo de (Jair) Bolsonaro na eleição presidencial”, analisou Pessuti.

Paz na política

O governador eleito Ratinho Junior (PSD) se reuniu com os vereadores de sua base na Câmara Municipal de Curitiba e pediu que não haja qualquer oposição sistemática ao prefeito Rafael Greca (PMN). “Vamos trabalhar por Curitiba”, disse Ratinho que lembrou o apoio de Greca na disputa do segundo turno contra Gustavo Fruet (PDT) em 2012 na capital paranaense. Dos 39 vereadores do legislativo municipal, 17 são dos partidos que formaram a chapa de eleição de Ratinho Junior.

Ratinho Junior mais perto de Bolsonaro

O governador eleito do Paraná, Ratinho Junior (PSD), comemorou a vitória de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência do Brasil. Ele saudou os paranaenses pela significativa votação de Bolsonaro no Estado. “Eu quero parabenizar ao povo do Paraná por entender a importância da eleição do Presidente Jair Bolsonaro. Acho que é um momento único para o país e agora o momento é de união. Unir as forças políticas do Brasil. Unir as forças políticas do Estado do Paraná, os nossos senadores, os nossos deputados”, disse Ratinho Jr. As informações são de  Rafaela Czelusniak no Blog do Johnny.

Greca no DEM

O prefeito Rafael Greca está decidido a trocar de partido e deve unir forças com o DEM. O convite já foi feito pelo deputado estadual Pedro Lupion (DEM), que acredita que o martelo deve ser batido nas próximas semanas. O PMN não alcançou a clausula de barreira e vai perder o fundo partidário e o horário de TV, o que impossibilita a reeleição  As informações são de Fernando Tupan no Bem Paraná.

Terra chamando Marcos Pontes…

O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) confirmou na manhã desta quarta-feira, 31, o nome do tenente-coronel Marcos Pontes, do mesmo partido, para o Ministério da Ciência e Tecnologia. Nesta eleição, ele concorreu como segundo suplente do senador eleito Major Olímpio (PSL-SP). As informações são de  Paulo Beraldo no Estadão. “Comunico que o Tenente-Coronel e Astronauta Marcos Pontes, engenheiro formado no ITA, será indicado para o Ministério da Ciência e Tecnologia. É o quarto Ministro confirmado!”, escreveu. Durante a corrida presidencial, Pontes atuou na campanha de Bolsonaro neste ano.

Snipers contra traficantes

O governador eleito do Rio, Wilson Witzel (PSC), disse nesta terça-feira, 30, que irá pedir ao governo federal a permanência das Forças Armadas no Rio até outubro de 2019. A intervenção federal na segurança do Estado foi decretada em fevereiro, com duração até 31 de dezembro. Outra decisão no campo da segurança que Witzel já tomou foi a de pedir um levantamento nas polícias Civil e Militar sobre o número de snipers (atiradores de elite) que possam ser empregados em ações contra traficantes de drogas armados de fuzil – ele defende o “abate” desses criminosos sem que os policiais sejam responsabilizados por isso. As informações são do Estadão.

Meurer escapa da cassação
Por 8 votos a 4, o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (30) parecer pelo arquivamento de duas representações que pediam a cassação do mandato do deputado Nelson Meurer (PP-PR). Com isso, o caso está encerrado no conselho. Mesmo sendo incomum, o Regimento Interno da Casa permite que deputados ainda possam apresentar recurso ao plenário. As informações são de Narley Rezende no Bem Paraná.

Redução de Ministérios

O deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), indicado como chefe da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro (PSL), confirmou, nesta terça-feira, 30, que o novo gabinete terá entre 15 e 16 ministérios. Após uma reunião da cúpula de Bolsonaro na casa do empresário Paulo Marinho, Onyx também anunciou a fusão dos ministérios do Meio Ambiente com o da Agricultura. Já o novo Ministério da Economia reunirá as atuais pastas da Fazenda, Planejamento, Indústria e Comércio. As informações são de  Constança Rezende, Renata Bastista e Vinicius Neder no Estadão.

Moro no governo Bolsonaro
Em nota oficial enviada à imprensa na tarde desta terça-feira (30), o juiz federal Sergio Moro disse se sentir “honrado” com a lembrança, por parte do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), de seu nome para o ministério da Justiça ou para uma vaga no STF (Supremo Tribunal Federal). As informações são de Ana Carla Bermúdez no UOL. O magistrado ainda prometeu discutir e refletir sobre o convite se ele realmente acontecer. “Caso efetivado oportunamente o convite, será objeto de ponderada discussão e reflexão”, afirmou o juiz.

 16

Este é o numero de ministérios considerado ideal por Bolsonaro

“Não se deve comportar com os outros, como não quisesse que os outros se comportassem contigo”.

 

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